O QUE É PERSONAL??
Treinador pessoal (do inglês personal trainer) é um profissional obrigatoriamente com formação em EducaçãoFísica e habilitado através do CONFEF, que está capacitado aministrar e supervisionar os treinamentos seguindo os objetivos de quem o contrata e respeitando os Princípios Básicos do Treinamento.
Treinador pessoal (do inglês personal trainer) é um profissional obrigatoriamente com formação em EducaçãoFísica e habilitado através do CONFEF, que está capacitado aministrar e supervisionar os treinamentos seguindo os objetivos de quem o contrata e respeitando os Princípios Básicos do Treinamento.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Estudo confirma que beber água ajuda a emagrecer
A sabedoria popular ensina há séculos que beber água antes das refeições ajuda a emagrecer. Agora, pesquisadores americanos confirmam a crença. Um estudo provou que ingerir aproximadamente meio litro de água – o equivalente a dois copos –, duas horas antes de comer, três vezes ao dia, ajuda, sim, a perder peso.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas colocaram 48 adultos entre 55 e 75 anos numa dieta pouco calórica, mas os dividiram em dois grupos. Só um tomou água antes das refeições. Após três meses, tempo de duração do experimento, todas as pessoas emagreceram, mas as que consumiram a bebida antes do café da manhã, do almoço e do jantar perderam cerca de dois quilos a mais (em média, sete quilos, contra cinco de quem não bebeu). Em bora tenham escolhido uma faixa etária mais adiantada, os responsáveis pelo estudo acreditam que esse costume possa ajudar pessoas de todas as idades. “Essa ideia popular parecia lógica, mas nunca havia sido realmente investigada”, disse à ISTOÉ a especialista em comida e nutrição Brenda Davy, uma das autoras da pesquisa.
A professora da Universidade Virginia Tech afirma que esse efeito emagrecedor pode ser explicado pela sensação de saciedade que a água provoca. “Nossos participantes relataram que se sentiam mais cheios e com menos fome quando começavam a comer. Isso pode ter permitido a eles ingerir menos calorias”, contou.
No entanto, parece haver outras razões para o benefício da dieta da água. O endocrinologista carioca Tércio Rocha explica que a água, especialmente gelada, pode ajudar no emagrecimento por outro caminho que não o da saciedade. Segundo ele, a temperatura fria provoca uma retração vascular no estômago que diminui a sensação de fome. “Outra coisa é que, quando estamos famintos, sentimos até uma dorzinha, provocada pelo ácido clorídrico (um dos componentes do suco gástrico) que vai se acumulando no estômago. A água ‘lava’ esse ácido, diminuindo uma urgência por comida que às vezes nos faz comer demais”, esclarece.
Além disso, sabe-se que a água, quando consumida cerca de meia hora antes das refeições, estimula os mecanismos da digestão, fazendo com que a comida tenha menos tempo para ser absorvida. O médico garante que tomar água pode realmente ser eficaz. “Mas beber mais do que 500 mililitros pode ser um problema porque meio litro já é um volume significativo de líquido no estômago”, ressalta a americana Brenda Davy. Segundo ela, bebidas de baixa caloria, como os refrigerantes light, poderiam ter efeitos semelhantes aos da água. Outros especialistas, no entanto, alertam que bebidas com adoçante podem causar vários tipos de problemas quando ingeridas em excesso. Água, como se sabe, não tem efeitos colaterais.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas colocaram 48 adultos entre 55 e 75 anos numa dieta pouco calórica, mas os dividiram em dois grupos. Só um tomou água antes das refeições. Após três meses, tempo de duração do experimento, todas as pessoas emagreceram, mas as que consumiram a bebida antes do café da manhã, do almoço e do jantar perderam cerca de dois quilos a mais (em média, sete quilos, contra cinco de quem não bebeu). Em bora tenham escolhido uma faixa etária mais adiantada, os responsáveis pelo estudo acreditam que esse costume possa ajudar pessoas de todas as idades. “Essa ideia popular parecia lógica, mas nunca havia sido realmente investigada”, disse à ISTOÉ a especialista em comida e nutrição Brenda Davy, uma das autoras da pesquisa.
A professora da Universidade Virginia Tech afirma que esse efeito emagrecedor pode ser explicado pela sensação de saciedade que a água provoca. “Nossos participantes relataram que se sentiam mais cheios e com menos fome quando começavam a comer. Isso pode ter permitido a eles ingerir menos calorias”, contou.
No entanto, parece haver outras razões para o benefício da dieta da água. O endocrinologista carioca Tércio Rocha explica que a água, especialmente gelada, pode ajudar no emagrecimento por outro caminho que não o da saciedade. Segundo ele, a temperatura fria provoca uma retração vascular no estômago que diminui a sensação de fome. “Outra coisa é que, quando estamos famintos, sentimos até uma dorzinha, provocada pelo ácido clorídrico (um dos componentes do suco gástrico) que vai se acumulando no estômago. A água ‘lava’ esse ácido, diminuindo uma urgência por comida que às vezes nos faz comer demais”, esclarece.
Além disso, sabe-se que a água, quando consumida cerca de meia hora antes das refeições, estimula os mecanismos da digestão, fazendo com que a comida tenha menos tempo para ser absorvida. O médico garante que tomar água pode realmente ser eficaz. “Mas beber mais do que 500 mililitros pode ser um problema porque meio litro já é um volume significativo de líquido no estômago”, ressalta a americana Brenda Davy. Segundo ela, bebidas de baixa caloria, como os refrigerantes light, poderiam ter efeitos semelhantes aos da água. Outros especialistas, no entanto, alertam que bebidas com adoçante podem causar vários tipos de problemas quando ingeridas em excesso. Água, como se sabe, não tem efeitos colaterais.
domingo, 29 de agosto de 2010
Treinamentos em jejum. Tire suas dúvidas

A prática da atividade física é um desafio para alguns. Para outros é uma forma de prazer e de bem-estar. Há aqueles ainda que escolhem algum esporte com o intuito de melhorar a saúde e emagrecer. Este tipo de exercício, que visa o emagrecimento, merece, porém, cuidados diversos, especialmente para que a massa magra seja preservada.Não é raro encontrarmos pessoas que treinam em jejum, com o intuito de elevar a degradação de gordura. Durante o jejum, de fato, a gordura é disponibilizada para a o fornecimento de energia. Porém, o que muita gente não sabe, é que este processo é limitado. Assim, a partir de um certo momento (o que depende da modalidade, intensidade e tempo da atividade), o organismo começa a usar a massa magra com a finalidade de fornecimento de energia para a atividade.Somado a isto, durante o jejum, há uma redução da glicose sanguínea o que faz com que o organismo entenda que há uma deficiência de carboidrato e se previna, poupando a retirada de glicose do sangue pelos tecidos. Este processo, repetidamente, pode fazer com que a glicemia fique elevada, aumentando o risco de diabetes.O jejum também tem outros riscos, como o de aumentar o acúmulo de gordura, já que, recebendo alimento poucas vezes ao dia, o organismo estoca energia para os momentos de fome. Comer com mais frequência mantém o metabolismo funcionando adequadamente, evitando que o organismo acumule nutrientes em forma de gordura, o que contribui para a manutenção da boa forma.Durante a atividade, o impacto da ausência de alimentos é ainda pior. Falta de disposição, desânimo, visão turva, cansaço e vômitos são sintomas de hipoglecemia que podem aparecer e prejudicar a atividade.Por todos estes motivos, a prática de um esporte em jejum é contra-indicada. A melhor opção é mesmo fazer uma refeição cerca de 30 a 40 minutos antes de iniciar o seu exercício. A composição desta refeição deve ser planejada de acordo com o seu hábito alimentar, com seu peso e com as características da modalidade esportiva praticada. Além disto, dependendo do tempo da atividade e do esporte que você escolher, pode ser preciso algum tipo de bebida ou de alimentos durante o exercício.
Por Mariana Braga Neves e Carolina Duarte Nutricionistas esportivas da Nutrício: www.nutricio.com.br.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
EMAGRECENDO NA MUSCULAÇÃO... É VERDADE

Até hoje muitas pessoas não acreditam que os exercícios resistidos (musculação) podem emagrecer. Quando se fala em perder calorias logo vem na cabeça exercícios aeróbios. Contudo isso as pessoas vão se acabando nas esteiras, jump, spinning, bicicletas e outros...
Porém a musculação é sim, uma arma poderosíssima quando se fala em emagrecimento, pois o fato dela aumentar a massa muscular ocasiona um aumento significativo na taxa metabólica basal (é a energia que um corpo gasta somente para se manter vivo,ou seja,dormir,piscar os olhos,respirar,sem contar dos funcionamentos dos órgãos) sendo este também responsável pela perda da gordura corporal, pois quanto mais massa muscular um individuo se tem, maior será seu gasto energético.
Não estou querendo dizer que exercícios aeróbios não emagrecem, mas se viver somente fazendo exercícios aeróbios, vai até perder peso, mas perdendo também massa magra e deixando flacidez na musculatura. Este é o maior problema!!
Mediante a este acontecimento sua TMB irá diminuir e isso acarretará conseqüências no seu metabolismo já que seu corpo gastará menos energia. O que acontece é que a massa muscular é um tecido metabolicamente mais ativo que o tecido adiposo (gordura), então quando você perde músculo deixa de consumir mais calorias durante o dia, facilitando assim o acumulo de gordura (engordando).
Outra situação que faz grande diferença também em comparação com atividade aeróbia é o efeito EPOC do exercício, onde o organismo fica metabolizando gorduras após o findar do treinamento. Essa sim faz grande diferença quando se trata de perder gordura. Já na atividade aeróbia não existe esse efeito, pois nela o gasto calórico acontece na hora da atividade, e só por este fato quem faz musculação ganha grande vantagem com relação a isso.
Mas o grande problema é que a massa muscular pesa mais que a gordura, e como todo mundo se habituou a saber se está magro ou gordo apenas pela balança, pensa que emagrecer é perder peso, o que não é totalmente verdade, pois emagrecer é diminuir o percentual de gordura da composição corporal, que nem sempre significa perca de peso.
Chega a ser engraçado, as pessoas, principalmente as mulheres, dizendo eu não quero ficar musculosa, como se fosse a coisa mais fácil do mundo hipertrofiar a esse ponto.
Uma outra situação também que faz gastar calorias são os exercícios, na hora que são executados de acordo com a intensidade de esforço.
Não estou afirmando que os exercícios perdem gorduras localizadas, mas a cada um que é executado terá um gasto calórico e isso contribuíra para perda de gordura já que no final do treinamento terá um gasto energético X.
Não podemos deixar de falar do plano alimentar, que tem grande importância nos resultados. De nada adianta fazer todos os procedimentos com relação aos exercícios se alimentação não está no padrão. Só funciona se tudo estiver sobre controle como: treinamento, alimentação e descanso.
E finalizando, todos os tipos de exercícios físicos devem ser executados com uma grande orientação somente de um profissional de educação física, pois caso contrário o que é para fazer um bem acabará fazendo um grande mal e às vezes sem resultados significativos.
Porém a musculação é sim, uma arma poderosíssima quando se fala em emagrecimento, pois o fato dela aumentar a massa muscular ocasiona um aumento significativo na taxa metabólica basal (é a energia que um corpo gasta somente para se manter vivo,ou seja,dormir,piscar os olhos,respirar,sem contar dos funcionamentos dos órgãos) sendo este também responsável pela perda da gordura corporal, pois quanto mais massa muscular um individuo se tem, maior será seu gasto energético.
Não estou querendo dizer que exercícios aeróbios não emagrecem, mas se viver somente fazendo exercícios aeróbios, vai até perder peso, mas perdendo também massa magra e deixando flacidez na musculatura. Este é o maior problema!!
Mediante a este acontecimento sua TMB irá diminuir e isso acarretará conseqüências no seu metabolismo já que seu corpo gastará menos energia. O que acontece é que a massa muscular é um tecido metabolicamente mais ativo que o tecido adiposo (gordura), então quando você perde músculo deixa de consumir mais calorias durante o dia, facilitando assim o acumulo de gordura (engordando).
Outra situação que faz grande diferença também em comparação com atividade aeróbia é o efeito EPOC do exercício, onde o organismo fica metabolizando gorduras após o findar do treinamento. Essa sim faz grande diferença quando se trata de perder gordura. Já na atividade aeróbia não existe esse efeito, pois nela o gasto calórico acontece na hora da atividade, e só por este fato quem faz musculação ganha grande vantagem com relação a isso.
Mas o grande problema é que a massa muscular pesa mais que a gordura, e como todo mundo se habituou a saber se está magro ou gordo apenas pela balança, pensa que emagrecer é perder peso, o que não é totalmente verdade, pois emagrecer é diminuir o percentual de gordura da composição corporal, que nem sempre significa perca de peso.
Chega a ser engraçado, as pessoas, principalmente as mulheres, dizendo eu não quero ficar musculosa, como se fosse a coisa mais fácil do mundo hipertrofiar a esse ponto.
Uma outra situação também que faz gastar calorias são os exercícios, na hora que são executados de acordo com a intensidade de esforço.
Não estou afirmando que os exercícios perdem gorduras localizadas, mas a cada um que é executado terá um gasto calórico e isso contribuíra para perda de gordura já que no final do treinamento terá um gasto energético X.
Não podemos deixar de falar do plano alimentar, que tem grande importância nos resultados. De nada adianta fazer todos os procedimentos com relação aos exercícios se alimentação não está no padrão. Só funciona se tudo estiver sobre controle como: treinamento, alimentação e descanso.
E finalizando, todos os tipos de exercícios físicos devem ser executados com uma grande orientação somente de um profissional de educação física, pois caso contrário o que é para fazer um bem acabará fazendo um grande mal e às vezes sem resultados significativos.
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